quinta-feira, 28 de junho de 2012

Pastores recebem consagração

Há anos servindo no altar, servos recebem a aprovação do ministério e unção dobrada para ganhar cada vez mais almas para o Reino de Deus



Servir a Deus no altar, entregando-se cem por cento ao próximo, atendendo, aconselhando, orando e abençoando a vida dos que o procuram, independentemente de horário, lugar ou situação. Esses são os compromissos assumidos voluntariamente pelo pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. E apesar da opinião pública que vigora neste mundo tentar denegrir a imagem desses ministros do Evangelho, com acusações e difamações preconceituosas, o chamado do próprio Deus ecoa na mente desses servos, dando a cada um forças e ânimo para ganhar cada vez mais almas para o Senhor Jesus. 
Ciente dessa importante missão, durante este mês de junho, por todo o País, pastores que já exerciam o ministério há anos receberam em suas cabeças o óleo santo, representando a aprovação de suas obras por parte da Igreja e de seus membros. 

Somente em Manaus (AM), 36 pastores foram consagrados. Em Vitória (ES), foram 30. E, no último domingo (24), a cerimônia aconteceu em São Paulo, onde cinco pastores foram consagrados no Cenáculo do Espírito Santo de Santo Amaro, durante a reunião do Encontro com Deus, às 9h30. 
“Hoje é o dia mais importante para esses pastores, porque depois desses anos servindo a Deus, todos mostraram que têm um casamento sem manchas, há uma vida com Deus, e tiveram o reconhecimento do povo da Igreja. Então, para nós, é um prazer consagrá-los. Vou derramar o azeite, vamos orar e pedir para que o Espírito Santo levante outros servos como eles, porque a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos”, explicou o bispo Jadson Santos, momentos antes de derramar o óleo sobre a cabeça dos pastores Wilon Cardoso, Rodrigo Prota, Gilmaci Santos, Alan Sena e Messias Delgado, todos com suas respectivas esposas. 
Após a consagração, cada pastor clamou a Deus pela multidão presente no templo e, em uma só fé, todos determinaram que coisas novas e maiores se concretizem na vida dos que creem.

Você no Julgamento Final

Tem certeza de que você terá a vida eterna, ou está fadado ao grande lago de fogo? O Juízo ainda vem, mas a hora de decidir é agora.



O juízo final não pode ser evitado.
Todos, creiam ou não nisso, têm um compromisso para com Deus, e terão de prestar contas do que foi ou não feito em suas vidas no julgamento final. Será o fim da história terrena e o começo da vida eterna.
Apocalipse 20: 11-15 relata em detalhes como será o grande julgamento:
“E vi um grande trono branco, e o que estava assentado sobre ele, de cuja presença fugiu a terra e o céu; e não se achou lugar para eles.

E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.

E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras.

E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte.

E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo.”

Daí, podemos discorrer sobre os vários aspectos citados.
Quem crê está inscrito no Livro da Vida, está salvo. Quem segue a Jesus Cristo como salvador tem garantida a sua vida eterna. Quem não crê, está condenado a uma “segunda morte”. Lançado no grande lago de fogo, não terá o direito à nova vida que se inicia ao lado de Deus.
E não há como recorrer, como se dá em um julgamento comum da Terra, da justiça humana. Se aqui cabe recurso, diante de Deus não, pois Ele é o juiz perfeito, não comete erros (1 João 5). Quando estivermos diante dEle, todas as nossas obras serão lembradas e julgadas, mesmo aquelas das quais não nos lembramos.
Cada um será julgado de acordo com a condição de sua alma, sem recursos ou adiamentos.
Aqui na Terra, em estado de vida biológica, decidimos o que fazer. Decidimos, com nossas ações, nosso destino. Cabe a cada um escolher se aceita o sacrifício de Cristo pela humanidade ou se o rejeita. Portanto, pode-se dizer que podemos escolher entre a vida e o lago de fogo. Podemos escolher a nova vida perfeita ou a segunda morte.
Como não há recurso, não cabe tentar se defender com argumentos como “eu não sabia” ou “eu não concordo”. As regras foram estabelecidas há milênios. Após a ação de Adão e Eva, estamos todos em pecado. Nossa escolha sobre a vida com Deus, nossa escolha de Jesus como salvador é que nos livra desse pecado. Nosso nome no Livro da Vida nos assegura a vida eterna, o fato de estarmos inscritos no livro indica que Cristo nos salvou, saldou nossas dívidas. A recompensa é garantida.
O julgamento final se dará após a volta de Jesus. Os elementos se desmancharão, a Terra terá seus últimos dias, pois não será mais nossa morada.

E você?
Você tem direito à vida eterna. Mas só isso não garante que gozará dela.
Um exemplo simples: todo trabalhador, em se falando de direitos dos cidadãos brasileiros, tem direito à aposentadoria. Mas se certos requisitos não forem preenchidos (tempo de serviço, contribuição previdenciária e outros), você não pode se aposentar. Seu direito só estará garantido se você fizer a sua parte para merecê-lo.
O mesmo se dá na Justiça Divina. Você tem direito à vida eterna quando crê, quando segue a Cristo, quando é fiel a Deus. Incrédulo, perde esse direito. Jesus não o defenderá no julgamento final, pois sua sentença já está definida.

Portanto, a decisão de seguir ou não com fidelidade a Deus determinará a sua vida eterna, ou a ausência total dela.
E a hora de decidir é agora. Por quê?
Caso você morresse agora, não teria mais chance de consertar algo errado. Todas as suas ações já determinaram se seu nome está ou não no Livro da Vida.
Se você morresse agora, sua dívida já foi cancelada?
Se você morresse agora, estaria livre do julgamento?
Tem certeza de que seu nome está no Livro da Vida?
A vida eterna é para sempre. Mas a hora de decidir se você estará nela é agora.

FOLHETO Terapia - Noite do Fim da Solidão

 

Você sabe qual é!


Shadow
26 de Junho de 2012
A diferença entre um objetivo e um sonho é numa palavra mínima, mas que altera todo o sentido. Um objetivo é aquilo que se pretende alcançar e um sonho é também aquilo que se pretende alcançar, mas que se afigura como difícil ou, praticamente, impossível.
É um facto: todos os objetivos alcançados não superam um sonho não realizado, mas um sonho realizado acaba por superar todos os objetivos não alcançados.
O sonho tem o poder de nos motivar, de nos fortalecer, mas é importante que a pessoa tenha bem presente que Deus só faz a parte d’Ele, quando ela termina a sua!
Quando Deus pediu Isaque a Abraão, o mesmo não sugeriu a Deus o outro filho e nem sequer fingiu que Deus pudesse estar a falar sobre o outro, posto que Deus tinha sido bem específico. A realidade é esta, quando o assunto é sacrifício, cada indivíduo sabe exatamente do que se está a falar, é automático, mas muitos, com a mesma rapidez que a sua razão lhes aponta o verdadeiro sacrifício, o seu coração sugere-lhes alternativas ao mesmo.
E esta questão é pertinente, pois, qual é a reação habitual de alguém diante de um pedido desta índole da parte de Deus, ou seja, da realização do seu sacrifício? É dar desculpas, duvidar e, em muitos casos, até blasfemar!
Quando a pessoa põe no Altar o sacrifício, nesse preciso momento, a sua visão expande-se. Naquele cenário específico, só depois de Abraão ter colocado o filho no altar é que viu o cordeiro que Deus já tinha aprovisionado para a ocasião.
“Tendo Abraão erguido os olhos, viu atrás de si um carneiro preso pelos chifres entre os arbustos; tomou Abraão o carneiro e o ofereceu em holocausto, em lugar do seu filho.” (Génesis 22.13)
Deus não precisa do nosso sacrifício, nós, sim, é que precisamos de sacrificar, pois esta é a prova da nossa fé, o sinal da nossa obediência e de que tememos a Deus, pois temer é considerá-Lo.
E note que, quando a pessoa vai para o Monte Moriá – O Monte do Deus Proverá –, o seu testemunho abençoará não apenas a sua família e conhecidos, como até mesmo pessoas que ela não conhece. Quem crê no SONHO de Deus, considera o que conquistou até ao momento como nada, pois o que Deus pede é único, mas o que Ele fará também é ÚNICO!
Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!

O SONHO por detrás do sonho


Shadow
27 de Junho de 2012
O SONHO por detrás do sonho
Pequenos, grandes, simples, complexos…os sonhos têm uma variedade imensa e divergem de pessoa para pessoa. Mas, se eles são diferentes entre si, já o percurso para a sua realização é invariavelmente o mesmo.
O dia em que Isaque nasceu deve ter sido um dos mais, senão o mais feliz na vida de Abraão.
Diante desse momento em que viu o seu descendente legítimo, filho da sua esposa amada Sara e da promessa que lhe havia sido feita por Deus, o coração de Abraão encheu-se da satisfação característica apenas de quem já alguma vez viu o sonho de uma vida ser realizado.
Mas, chega um dia e Deus pede-lhe o seu precioso tesouro, talvez a pessoa a quem Abraão mais amava.
“Toma o teu filho, teu único filho, Isaque, a quem amas, e vai-te à terra de Moriá; oferece-o ali em holocausto, sobre um dos montes…” (Génesis 22.2)
Qualquer outra pessoa teria achado uma grande injustiça e talvez se rebelado, pois Abraão já tinha alcançado o seu sonho, deveria agora deleitar-se no seu usufruto, o que Deus lhe pedia agora era incompreensível. Porém, o que Deus queria era que Abraão compreendesse qual era o SEU SONHO pessoal para ele, sim, Deus ainda tinha um sonho para Abraão. E o SONHO de Deus é infinitamente superior ao nosso!
Abraão queria um filho, mas Deus queria fazê-lo pai de muitas nações, por isso, uma vez o sonho de Abraão realizado, Deus pediu o mesmo em sacrifício, para que algo superior se cumprisse. Deus pede o sonho que Ele mesmo realizou, ou seja, que a pessoa sacrifique, justamente, aquilo que ela, com sacrifício e esforço conquistou.
Sim, para Deus realizar o SEU SONHO na nossa vida, Ele quer que sacrifiquemos o sonho alcançado. Há sempre algo que a pessoa alcançou com muito esforço, muito sacrifício, que considera mais seu do que qualquer outra coisa e é justamente isso que Deus lhe está a pedir, para poder realizar o SONHO que ELE projetou para a sua vida. Tenha sempre presente que Deus não nos traz nenhuma dor que não nos traga uma realização!
“Jurei, por mim mesmo, diz o SENHOR, porquanto fizeste isso e não me negaste o teu único filho, que deveras te abençoarei e certamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus e como a areia na praia do mar; a tua descendência possuirá a cidade dos seus inimigos, nela serão benditas todas as nações da terra, porquanto obedeceste à minha voz.” (Génesis 22.17-18)
Te vejo na IURD, ou nas Nuvens!

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Reflexão do Dia


Por que Abraão sempre edificava um altar?
Porque o altar é o lugar do SACRIFÍCIO. O altar é o lugar em que se deve apresentar todos os SACRIFÍCIOS (a vida, a renúncia, a oferta, etc.) e o sacrifício é o combustível da fé.
É o SACRIFÍCIO que mantém a fé acesa, constantemente. Por isso, Abraão estava sempre pronto para obedecer à voz de Deus. A sua fé era inabalável e incontestável porque ele estava sempre apresentando SACRIFÍCIOS para Deus.
Exatamente como foi Abraão, devemos ser todos nós. Porque somente assim evidenciaremos a luz do Altíssimo e seremos a própria bênção, isto é, geradores de bênçãos, conforme Gênesis 12.2.
Bispo Macedo

sábado, 16 de junho de 2012

Arrancando os olhos pela religião (imagens fortes)

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Estima-se que existam mais de 300 ordens sufis e elas são vistas por grande parte dos praticantes do islamismo como heréticas. Isso não impede que anualmente islâmicos, cristãos e hindus se reúnam para o festival Urs, que comemora o aniversário de morte do santo sufi Moinuddin Chishti (fundador da ordem sufi Chishtiya).


O festival dura seis dias e é celebrado no sétimo mês no calendário lunar islâmico. Uma parte dos milhares de peregrinos que vão à cidade de Ajmer, na Índia, costuma realizar um ritual bastante bizarro. Com um instrumento pontudo eles praticamente colocam seus globos oculares para fora.

Abaixo você verá mais algumas imagens feitas durante o festival Urs.











A mulher cristã pode usar jóias?

Paulo disse: "Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)" (1 Timóteo 2:9-10).
Mulher Cristã X Joias
Pedro acrescentou: "Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus. Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus" (1 Pedro 3:3-5).
Algumas igrejas, citando esses versículos, proíbem o uso de jóias. Outras defendem tal prática, mas sem explicar biblicamente como justificar seu uso. Se esses versículos proíbem o uso de jóias, nenhuma cristã deve usá-las. Se a mulher as usar, ela deve saber como explicar as instruções reveladas por Paulo e Pedro.
Para entender essas passagens, temos que, primeiro, examinar a gramática. Ambas usam uma construção de contraste que serve para enfatizar que uma coisa é importante e a outra de menos valor. Observe que eles dizem que a mulher não deve praticar uma coisa, mas (ou porém) deve agir de outra maneira. Esta construção é usada, às vezes, para definir prioridades, e não para impor uma proibição absoluta. Considere um outro exemplo claro: "Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna" (João 6:27). Aqui, sabemos que ele não está proibindo o trabalho para se sustentar. De fato, tal trabalho é exigido pelo Senhor (2 Tessalonicenses 3:10,12; Efésios 4:28). É questão de prioridade, não de proibição.
O segundo passo para entender as instruções de Paulo e Pedro é examinar o resto do argumento no contexto. Os dois citam mulheres do Velho Testamento como exemplos. Quando estudamos as práticas de tais mulheres santas, aprendemos que o uso de jóias e boas roupas era uma coisa comum (veja Gênesis 24:22,30,53; Isaías 61:10; Provérbios 1:9; 31:22).
Mas, o uso de jóias ou de roupas finas não é o ponto principal na vida de nenhuma delas. Eram conhecidas como mulheres santas por causa do caráter espiritual e o espírito submisso e humilde. Uma mulher dessas nunca usaria jóias excessivas, nem usaria uma roupa que mostra o corpo de uma maneira sensual. Por quê? Por que à proibiram? Não! Porque ela é santa!

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(Vai Arrebentar!!!)
Que Deus abençoe sua vida e que os conteúdos de nosso blog possam lhe abençoar!